"Justiça Eleitoral e Agenda 2030" é tema do Grupo de Pesquisas do TRE-PR

Encontro reúne acadêmicos de diversas instituições paranaenses para debater temas relevantes da atualidade no universo jurídico

Professora e acadêmicos participam do 2º colóquio do 4º Grupo de Pesquisas em Direito Eleitoral e Ciência Política da Escola Judiciária Eleitoral do Paraná

Na última terça-feira (13), no mezanino da biblioteca do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), em Curitiba, foi realizado o 2º colóquio do 4º Grupo de Pesquisas em Direito Eleitoral e Ciência Política da Escola Judiciária Eleitoral do Paraná (EJE-PR).

O debate, que teve como tema “A Justiça Eleitoral e a Agenda 2030”, foi coordenado pela professora mestre Yna Barbosa Honda e Sousa, chefe da 50ª Zona Eleitoral de Araucária, e formado pelos acadêmicos Caroline Licinia Carneiro de Oliveira Mattos (UniCuritiba), Gabriel Henrique Espiridião Garcia Bach (FAE), Hérica Goulart Dantas (Uninter, Unidombosco e EJE-PR) e Tayná Beatriz da Silva Alves (UniDomBosco).

No encontro, Yna utilizou-se de metodologias ativas e design thinking para desenvolver um trabalho colaborativo. Os participantes experimentaram na prática a conexão entre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a Justiça Eleitoral. Ao final dos trabalhos, os estudantes fizeram propostas concretas para a Justiça Eleitoral com base nos ODS.

Histórico

Em 2015, líderes mundiais no âmbito das Organizações das Nações Unidas (ONU), em conjunto com a sociedade civil, desenvolveram os 17 ODS, com metas muito específicas a serem atingidas até 2030 (daí o nome agenda 2030). Yna vem desenvolvendo estudos nesta área nos últimos anos, aliando sua pesquisa de mestrado às práticas do cartório eleitoral de Araucária, que também abrange o município de Contenda. 

Segundo ela, o conhecimento em relação a este tema é transformador e altamente aplicável. “Os ODS conectam Direito (principalmente direitos humanos), governança, sustentabilidade e inovação”, diz.

Ela esclarece que representantes de 193 estados-membros reconheceram que a erradicação da pobreza é o maior desafio global e um requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável. “Temos progredido, mas este progresso tem sido desigual”, acredita a professora, que falou sobre o Pacto Global, lançado em 2000 com o objetivo de reduzir tais desigualdades. O Pacto engaja instituições públicas e privadas para concretizar 10 princípios ligados aos direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção.

O colóquio completo está disponível em https://youtu.be/2XMzba-VoAI

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