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1 de fevereiro de 2013 - 15h14
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TRE-PR imagem oficial posse nova cúpula 2013

TRE-PR empossa novo Presidente e novo Corregedor

Em solenidade realizada nesta sexta-feira, 1º, às 10:00 horas, o Desembargador Rogério Coelho tomou posse como Presidente, e deu posse ao Desembargador Edson Vidal, como Corregedor e Vice-Presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná. O Des. Rogério Coelho deu início ao discurso de posse com as boas vindas ao Des. Edson Vidal e agradeceu aos Desembargadores do Tribunal de Justiça do Paraná que lhe elegeram como membro do TRE permitindo que hoje fosse empossado no cargo de Presidente. Saudou também o Des. Rogério Kanayama, enaltecendo que “o respeito que tenho por Vossa Excelência não resulta simplesmente da nossa amizade - somos amigos de há muito - mas sim pela admiração que tenho pela honradez, integridade, e conhecimento jurídico já demonstrado concretamente nos longos anos que trabalhamos juntos nos mesmos Órgãos Julgadores”. Após, lembrou que no período em que exerceu o cargo de Corregedor pode “reafirmar o pensamento de que a função da Corregedoria, além da fiscalização e inspeção permanente, é precipuamente, a de orientar os Juízes e os servidores eleitoraisem todo o Estado procurando se obter a melhor prestação jurisdicional” e que “estou certo que nesta conduta, muita vezes exercida mediante contato direto com os Magistrados - a procura da Corregedoria, principalmente em ano eleitoral, é intensa - se revelou eficaz, pois possibilitou a solução de inúmeros questionamentos e, atrevo-me a dizer, que os ânimos fossem apaziguados, propiciando uma campanha eleitoral um pouco mais tranquila”. Para o Desembargador, os tribunais regionais eleitorais “possuem a missão imprescindível e de relevante importância no desenvolvimento das instituições democráticas e, apesar da excepcional qualidade dos trabalhos prestados, é necessário, sempre, buscar a melhoria visando o aperfeiçoamento do sistema eleitoral brasileiro, de reconhecida vanguarda tecnológica dentre os processos eleitorais em todo o mundo.” Nesta linha, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, no segundo turno das eleições municipais de 2012, depois de encerrada a votação, levou apenas 18 minutos para anunciar o nome do novo Prefeito de Curitiba. Com o apoio e surpresa dos próprios advogados, realizou sessões que chegaram a ultrapassar as 22:00 horas, inclusive, no feriado de 7 de setembro. Quanto aos serviços prestados ao eleitor, frisou que a segurança do voto “é um dos pilares de sustentação do regime democrático e a Justiça Eleitoral estabeleceu mais recentemente o projeto de identificação biométrica do eleitor, buscando a automatização completa da votação, desde a identificação do eleitor, até a entrega dos resultados da votação”. E, nesta esteira, após Curitiba e Balsa Nova, o TRE do Paraná, em 2013, procederá ao recadastramento biométrico em Londrina, abrangendo o município de Tamarana, e em Maringá, abrangendo também Doutor Camargo, Floresta, Ivatuba e Paiçandu. Quanto ao exercício na Presidência procurará “aperfeiçoar o que já existe, além de empregar todos os esforços na continuidade do trabalho de modernizar as instalações dos serviços internos, dentro do possível na previsão orçamentária” e ainda que o ano de 2013 não seja “ano eleitoral”, antevê que será de muito trabalho por força, principalmente, das atividades de preparação para as eleições gerais de 2014, o qual contará com o auxílio do Corregedor Regional e Vice-Presidente e Corregedor Regional, dos Juízes da Corte, da Procuradora Eleitoral e da Diretora-Geral. Relembrou, ainda, que “o Brasil vivencia a restauração do regime democrático há pouco mais de vinte anos, e se torna imprescindível que o momento recente, em que a credibilidade nas instituições se viu fortemente abalada, sirva de orientação para que todos nós estejamos comprometidos em deixar um legado bem maior do que o mero e simples exercício do poder” e, desta forma, “eventuais problemas devem ser solucionados em benefício do povo”, sendo imprescindível o equilíbrio entre os candidatos, o que impõe à Justiça Eleitoral a incumbência de assegurar a lisura do processo eleitoral, conscientizar o eleitor da importância de seu voto na escolha de seus representantes e agir no sentido de dar plena efetividade ao princípio da razoável duração do processo, frisando a importância e a necessidade da imprensa participar do processo político com a ampla, plena e correta divulgação dos fatos. Encerrou o discurso homenageando e registrando os agradecimentos a família e, em especial, a esposa Ana, pelo apoio incondicional e, principalmente, pela constante compreensão quando, no período eleitoral, além das reiteradas ausências, quando presente, não raro o pensamento estava voltado aos feitos eleitorais que deveriam ser julgados em 24 ou 48 horas.

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