Apresentação

A Justiça Eleitoral do Paraná promoveu o quinto ciclo de revisão da estratégia de sua justiça especializada, tendo como base a Resolução TSE nº 23.567/2018, as Resoluções TRE-PR nº 756/2017, 759/2017 e 779/2017 e a Resolução nº 198/2014 do Conselho Nacional de Justiça, de modo a estabelecer as novas diretrizes e políticas institucionais para o período 2019-2021.

O primeiro Planejamento Estratégico da Justiça Eleitoral do Paraná, com vigência prevista para o período 2010-2014, 16 objetivos estratégicos e 24 indicadores, foi instituído pela Resolução 566/09, de 15 de dezembro de 2009, em atendimento à Meta 1 de 2009 do Conselho Nacional de Justiça.

Em dezembro de 2012, visando o alinhamento do planejamento deste Tribunal ao planejamento da Justiça Eleitoral, passou por sua primeira revisão. Naquela ocasião foi aprovada a Resolução nº 633/2012, sendo instituídos 12 objetivos e 25 indicadores.

Durante o ano de 2014, a Secretaria de Planejamento, Estratégia e Gestão, com o apoio da Presidência, a Direção-Geral, a Corregedoria e as Secretarias do Tribunal, promoveram 34 reuniões para avaliação da estratégia, de modo a garantir a participação de mais de 140 colaboradores.

Considerando as propostas de iniciativas estratégicas apresentadas pelos diversos representantes das áreas do Tribunal e a necessidade de aperfeiçoar continuamente o referencial estratégico, foi aprovada a Resolução nº 695/2014 e, como produto do trabalho de realinhamento do planejamento, reduziu-se o número de objetivos para 8 e instituiu-se 46 indicadores.

Com base nos resultados alcançados durante os anos de 2015 e 2016 optou-se, em 2017, por readequar o Planejamento Estratégico por meio da Resolução TRE-PR nº 759/2017, revendo metas e excluindo iniciativas e indicadores considerados TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ 5 inapropriados para a melhoria contínua.

Além disso, a análise do desempenho obtido passou a ser realizada nas Reuniões de Avaliação da Estratégia. Alterado o Planejamento Estratégico do Tribunal Superior Eleitoral em 2018, entendeu-se ser necessário promover o alinhamento às novas diretrizes estabelecidas pelo TSE.

Os objetivos estratégicos e indicadores foram reavaliados à luz da missão, visão e valores adotados pela instituição, sendo adotados 10 objetivos estratégicos e 18 indicadores, vigentes para o período de 2019-2021. Por fim, cabe observar que o Planejamento Estratégico aprovado após o quinto ciclo de revisão é complementado pelos Planos de Logística Sustentável e Planejamento Estratégico de TI.

Missão Institucional

Garantir a legitimidade do processo eleitoral e a efetiva prestação jurisdicional, a fim de fortalecer a democracia.

Visão Institucional

Consolidar a credibilidade da Justiça Eleitoral, especialmente quanto à efetividade, transparência e segurança, em todas as suas atividades.

Valores

· Ética: atuação sob os princípios da honestidade, lealdade e dignidade.
· Valorização das pessoas: respeito e valorização das características intrínsecas de cada indivíduo.
· Integração: compartilhamento de experiências, conhecimentos e colaboração participativa na Justiça Eleitoral que conduzam à formação de equipes orientadas para resultados em comum.
· Cidadania: promover o respeito ao ser humano, utilizando a comunicação não violenta, buscando atenção, cooperação e empatia.
· Comprometimento: atuação com dedicação, empenho e envolvimento em suas atividades.
· Sustentabilidade e acessibilidade: adoção de práticas em benefício da sociedade e do meio ambiente, melhorando a qualidade de vida das pessoas e as condições de acesso aos espaços e as informações de responsabilidade do TRE-PR. TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ 10
· Economicidade: adoção de práticas que busquem a boa distribuição de recursos, racionalizando gastos e assegurando o equilíbrio financeiro-orçamentário.
· Transparência: garantia do acesso a informações, ações e decisões institucionais.
· Celeridade: atuação com rapidez e agilidade, garantindo a qualidade do resultado entregue.
· Confiabilidade: atuação com eficiência e eficácia, de acordo com as atribuições normativas.
· Inovação: estímulo à criatividade e à busca de soluções diferenciadas.
· Coerência: alinhamento entre discurso e prática.