TRE-PR participa do 90° Coptrel em Recife
Evento promovido pelo TRE-PE discute gestão, inovação e os desafios relacionados à preparação das Eleições 2026

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza, o diretor-geral, Valcir Mombach, e a secretária de Comunicação e Multimídia, Melissa Diniz Medroni, participam do 90º Encontro do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (Coptrel), realizado em Recife. O evento, promovido pelo TRE-PE, teve início na quarta-feira (4) e se encerra nesta sexta-feira (6).
Durante o 90º Coptrel, foram debatidos temas como inovação, gestão, segurança do processo eleitoral, qualidade do atendimento à sociedade e os desafios relacionados à preparação das Eleições 2026. O objetivo foi promover a troca de experiências e o alinhamento de ações que contribuam para uma atuação mais integrada e eficiente da Justiça Eleitoral.
Abertura
A cerimônia de abertura oficial com os presidentes e demais participantes do Coptrel foi realizada na noite de quinta-feira (5), no Palácio do Tribunal de Justiça de Pernambuco. A solenidade contou com a participação do presidente do TRE-PR, desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza; do presidente do TRE-PE, desembargador Fernando Cerqueira; e do presidente do Coptrel e do TRE-MS, desembargador Carlos Eduardo Contar.
Durante a abertura, também foi outorgada a Medalha Frei Caneca, que homenageia um dos líderes da Revolução Pernambucana de 1817, ao desembargador Carlos Eduardo Contar e aos presidentes dos TREs.

Reuniões
Na quarta-feira (4) e na quinta-feira (5), os diretores-gerais e os assessores de comunicação dos TREs participaram de reuniões de trabalho e de discussão, que aconteceram na Escola Judicial de Pernambuco (Esmape). Os encontros tiveram como objetivo discutir as resoluções aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para as Eleições 2026.
Durante a reunião com diretores-gerais, representantes do TRE-PE apresentaram iniciativas do regional pernambucano, como o projeto de acessibilidade para eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida, a “Rede Nordeste”, voltada à atuação integrada dos tribunais da região, e o “Mala e Cuia”, que, em 2025, facilitou o acesso de mais de 6 mil eleitores aos serviços eleitorais. Na ocasião, também se discutiram a utilização da inteligência artificial (IA) e os impactos da evolução tecnológica na Justiça Eleitoral.
No encontro de gestores de Comunicação, o tema em destaque foi o combate à disseminação de conteúdos enganosos por meio das redes sociais, considerando seus riscos para o processo eleitoral. Também foram apontados desafios para conter a propagação dessas informações duvidosas, como o uso de IA, a falta de receptividade do público ao trabalho das agências de checagem, os avanços nas técnicas e estratégias na criação de mensagens maliciosas, o funcionamento dos algoritmos e a falta de letramento midiático da população.
Programação
Neste último dia de evento, a programação teve início com a sessão plenária de abertura, realizada pelo desembargador Fernando Cerqueira. Em seguida, a juíza assessora especial da Corregedoria-Geral do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), doutora Mariana Vargas, ministrou uma palestra sobre a importância do combate às fraudes à cota de gênero.
Na sequência, o procurador federal Wellington Saraiva, que atua representando o Ministério Público Eleitoral no pleno do TRE-PE, apresentou os riscos do mau uso da IA nas próximas eleições, como mecanismo de criação e distribuição de conteúdos falsos, destinado a interferir na escolha do eleitorado.
O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Augusto Nardes realizou um painel sobre a governança da administração pública e o padre Arlindo, pároco da Paróquia de São Pedro, em Tamandaré, conduziu uma reflexão sobre a importância do otimismo diante dos desafios a serem enfrentados.
Para o período da tarde, estavam previstas mesas de debates e a aprovação da Carta de Recife.
Coptrel
O Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais foi fundado em 16 de setembro de 1995, na cidade de Florianópolis, em Santa Catarina. Trata-se de uma sociedade civil sem fins lucrativos, de âmbito nacional, que tem como objetivo discutir e buscar soluções para questões pertinentes à Justiça Eleitoral e ao fortalecimento da democracia no Brasil. O Coptrel é integrado pelos desembargadores presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais.
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