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Reunião interinstitucional define plano de contingência meteorológica para as Eleições 2026 no Paraná
TRE-PR, Simepar e Defesa Civil detalharam monitoramento de chuvas e tempestades nos locais de votação
Na tarde desta sexta-feira (25), o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza, na companhia do diretor-geral, Valcir Mombach, reuniu-se com a diretora-executiva do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), Vanessa D’Ávila, e com o Major Anderson Gomes das Neves, do Centro Estadual de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cegerd) da Defesa Civil do Paraná, para detalhar o plano de contingência meteorológica para as Eleições 2026, que ocorrem no dia 4 de outubro (1º turno).
No encontro, realizado na sede do Simepar, em Curitiba, foi lançado o sistema “Alertas Meteorológicos em Período Eleitoral”, com o mapeamento dos 154 municípios sedes de Fóruns Eleitorais no estado. O sistema, em fase de compartilhamento com as equipes do TRE-PR, também detecta os locais de votação em alerta vermelho ou amarelo para temporais, antecipando a chegada de chuvas, raios e tempestades. A partir desta segunda-feira (28), o Simepar também enviará boletins diários com a atualização sobre a situação meteorológica no estado. As informações embasarão os eventuais remanejamentos de locais de votação, a exemplo das alterações já ocorridas no município de União da Vitória (leia a matéria).
O desembargador Luciano Carrasco destacou o planejamento realizado entre as instituições com o objetivo de minimizar os impactos meteorológicos nas Eleições 2026: “O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, a Polícia Militar, o Simepar e a Defesa Civil estão preparados para atuar nesta eleição. Tudo correrá bem porque estamos estruturados para que qualquer contingência com relação a locais de votação por conta de alagamentos, de condições climáticas, seja prontamente resolvida”.
A diretora-executiva do Simepar explicou que o cenário de instabilidade climática, com maior ocorrência de tempestades, deve-se à influência do fenômeno El Niño, segundo ela “que está próximo de seu pico de intensidade”. “Nesse cenário, o monitoramento das condições atmosféricas voltado especificamente para as áreas de votação se torna indispensável na garantia da segurança da população”, ressaltou.
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